Breaking Dawn

Porque Amanhecer é Aqui!!!

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terça-feira, 9 de abril de 2013

Mama Stew Twitta Sobre o Niver da Kristen


Happy Birthday Kristen!!! Parabéns Kristen!!!


domingo, 16 de setembro de 2012

Aprendendo Lições por Leka #FanFic #capítulo07

Aprendendo Lições


Capítulo 7

Desde que aconteceu na piscina, eu não consigo parar de pintá-lo. Então resolvi mostrar á ele.
– Aqui tem o material que você pediu Renesmee. – Leah me mostrou a tela e tintas que havia encomendado.
– Está tudo aqui. – conferi. – Obrigada.
– Posso fazer uma pergunta?
– Claro. – olhei para ela.
– Esse cara que você pintou...
– É meu namorado. Mas ele não sabe, então decidi fazer uma surpresa.
– Nossa! Espero um dia gostar de alguém assim.
– E vai! – incentivei. – Acha que ele vai gostar?
– Claro! E sem querer me aproveitar, posso expor na minha galeria, não para venda! Só para olharem. São perfeitas suas obras. – fiquei animada com a atitude dela.
– Me liga e a gente conversa. – falei.
– Claro! Tenho que ir.
Assim que eu fechei a porta liguei.
– Jake, pode vir.
Ele estava ali por perto, mas o tempo que esperei parecia muito maior. Então escutei ele abrir a porta. Me levantei rapidamente do sofá.
– Nessie? – seus olhos estavam perplexos.
– O que achou? – perguntei sem o deixar responder de imediato e o beijei.
– Perfeito. Tudo.
– Tem mais espalhados por aí.
– Sério? – ele me soltou e foi ver.
Ficou um tempo admirando e elogiando tudo. Fiquei muito contente por ter ajudado e mostrado o que ele tem feito comigo.
– Vem tomar um banho comigo? – chamou me arrastando para o banheiro.
– Claro! Antes quero fazer uma coisa. – pedi.
– O quê? Agora?
– Sim. Pode esperar?
– Não. – me puxou e tirou minha blusa.
– Por favor. – pedi em meio aos seus beijos.
– Vai demorar. – eu sorri diante da sua impaciência.
– Um pouco.
– Entra para o banho. Que eu volto. – e muito desconfiado ele foi.
Corri para a sala e peguei a tela e entrei com ela no banheiro.
– O que vai fazer? – perguntou ele assustado ainda de jeans.
– Te pintar. – ri.
– Agora?
– Sim. Não vai demorar prometo. – dei um selinho nele.
– Mas... Sem roupa? – ele realmente estava assustado comigo.
– Nu, também é artístico sabia?
– Nessie...
– Só preciso que se molhe e tome seu banho. Não vou mostrar nada da cintura pra baixo. Só quem vê é eu! – brinquei, ele acabou rindo também.
Sem mais resmungar ele tirou a roupa e entrou no chuveiro. Que corpo maravilhoso! Pensei. E é meu! Corei.
– Eu que devia estar com vergonha. – dei língua pra ele que riu.
Quando consegui parar de admirar para me concentrar, ele já estava ficando realmente envergonhado. Então parei de pensar nisso e me concentrar nele como modelo. Ele se apoiou no vidro do box e me olhava. Perfeito!
– Acha que pode ficar um pouco nessa posição? – perguntei séria.
– Posso. – respondeu no mesmo tom.
Só de vez em quando ele molhava o corpo e voltava a mesma posição.
– O que seu pai vai pensar de mim depois disso? – acho que ele pensou em voz alta.
– Vai pensar que você é muito bonzinho em posar para sua filha que pretende um dia ser uma artista muito conhecida, mas por seu trabalho. – sussurrei.
– Você é.
– Obrigada.
– Falta muito?
– Pode ficar quieto?
– Não.
– Está tirando minha concentração.
– Ótimo!
– Já estou terminando.
– Há quanto tempo estamos aqui?
– Umas duas horas.
– Espero que me pague muito bem senhorita.
– E vou.
– Já?
– Já.
– Até que em fim!
Ele saiu tão rápido do box, que eu nem vi. Quando percebi já estava em baixo do chuveiro e ele tirando minhas roupas.
– Eu te amo Nessie. – sussurrou.
– Te amo Jake. – sussurrei de volta.
– Acha que somos precipitados? – perguntou me encostando ao vidro.
– Que se dane! – mordi seu queixo.
– Não se importa? – insistiu com a voz arrastada.
– Nem um pouco. – respondi encerrando a conversa.
Fim

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domingo, 9 de setembro de 2012

Aprendendo Lições por Leka #FanFic #capítulo06


Aprendendo Lições

Capítulo 6

Foram três meses assim, ás escondidas. Nem tanto escondido assim, pois meus amigos sabem. Mas já não suportava mais esperar ele ter uma oportunidade e marcar nossos encontros. Estava ansiosa e eu o desejo tanto e sinto mesmo vindo dele. Sei que passamos mais tempo em preliminares que qualquer outro casal, e esperamos demais para ter um momento á sós, decidi então me aproveitar do baile de primavera.
– Não acho uma boa idéia não. – falou Bella.
– É o único jeito. O Colégio estará cheio e todos no salão de festas. – eu sorri como se fosse um plano infalível.
– Pode ser, mas toma cuidado, hein Nessie. Isso pode sair do jeito errado se alguém descobre.
– Só quem sabe é você. – falei.
– Tá. Que assim seja. – resmungou. – Temos aula, vamos? – chamou se levantando e pegando suas coisas.
– Claro!
– Quando pensa em falar com Jacob? – sussurrou quando passamos pela porta.
– Ele não vai saber.
– Como assim? – a senti nervosa.
– Tenho tudo sobre o controle. Não se preocupe. – ela me jogou aquele olhar de, você que sabe.
Depois da aula, voltamos ao dormitório. Fiquei pensando mil vezes e repassando meu plano mentalmente. Eu o chamaria para conversar e o levaria para o seu dormitório. Lá teríamos a privacidade que precisaríamos. Sorri boba.
Faltavam poucas horas para o baile. Vesti um vestido amarelo tomara que caia preso até o quadril onde ele se abria em voltas e mais voltas de seda e tule, seu comprimento não passava da metade de minha coxa. Calcei um peep toe cor de pele, pus brincos pequenos e desci pondo a máscara.
O salão estava deslumbrante. Luzes coloridas por todos os lados e mesas encostadas na parede com todos os tipos de comida e bebidas. Havia muita gente e tive muita dificuldade de encontrá-lo. Então a música ficou mais alta e alguém me puxou para dançar. Depois se afastou de mim e pude ver que era o Jacob.
– Você me assustou. – quase gritei.
– Desculpe. Não resisti. – e congelou aquele sorriso. Eu tive que sorrir também. Reparei que vestia smoking como os outros caras da festa e sua mácara era sóbria. Mas seu porte físico continuava evidente. E ainda maior em tanto pano. Era a hora perfeita de contar meu plano.
– Jake, estive pensando... – e continuei falando bem perto dele para que ninguém ouvisse. A música alta, e as pessoas dançando... Ninguém iria desconfiar.
– Não sei Nessie... – falou indeciso após me escutar atentamente.
– Está com medo? – debochei dele. A música mudou para Piece Of Me, da Britney.
– Nenhum. – disse rindo. Deixei me envolver pela música e comecei a provocá-lo dançando. Ele me olhava da cabeça aos pés e era visível que estava se segurando ali. Olhei para os lados e vi que todos estavam envolvidos com seus parceiros. Me aproveitei da situação. Virei de costas para ele e joguei meu cabelo para o lado, peguei suas mãos e passei por meu corpo, do colo ao quadril as segurando ali. Senti Jake me apertar e puxar ao mesmo tempo me colando nele.
– Você não vai desistir, né? – perguntou encostando a boca em minha orelha.
– Nunca. – falei me virando.
Foi quando senti ele parar feito uma pedra.
– O que foi? – olhei para onde ele olhava e tive uma surpresa.
Srt. Tanya, minha professora de História nos olhava pasma. Quando Jake tentou se aproximar dela, ela deu as costas e saiu. Eu me apavorei.
– Fique aqui que eu vou falar com ela. – que bom que ele teve atitude, porque eu não conseguia me mover. Só balancei a cabeça e ele saiu tirando a máscara.
Quando percebi o que estava acontecendo, tomei a mesma reta que eles. Passei pelo corredor vazio e quando virava para o próximo á direita, imediatamente voltei e me escondi. Jake estava conversando com Tânia. Fiquei quieta e prestei atenção no que falavam. Apesar da música que ecoava, pude ouvir bem.
– Não acredito! Era aquela menina, então? – gritou.
– Do que você tá falando? – gritou ele de volta.
– Nem pense em me enganar Jake! – ela o chamou de Jake. Senti raiva.
– Tem que me prometer que não vai contar á ninguém. – se entregou.
– Você vai ser demitido... – começou ameaçando ela, que já nem gritava.
– Não! Não pode fazer isso! – pediu ele com o jeito rude que eu nunca vi.
– Podemos fazer uma troca. – sugeriu ela com a voz mudada, então eu olhei para ver o que ela estava fazendo.
– Já falamos sobre isso... – ele mudou seu tom. Será possível que ele cairia na dela. Tânya se aproximou dele.
– Lamento Jake. Mas é pegar ou largar. – mas que mulherzinha biscate.
– Olha. Podemos resolver isso amanhã. Me deixa voltar pra lá e acalmar a Nessie. Amanhã conversamos. – falou calmamente. Mas ela riu alto se encostando do outro dalo do corredor.
– Tá louco! – debochou. – Sabe bem o que eu quero. Você tem me negado por uma menininha. – zombou.
Como? Negado? Ele tem negado essa perua por mim?! Logo ela! A poderosa Tânya Denali!
– Não começa Tânia... – pediu ele irritado.
– Seu tempo tá passando Jake. – mas que voz irritante! Minha vontade era gritar pra ele sair dali e que se dane tudo! Mas eu não podia. O emprego dele tinha que ser mantido.
A cena que me doeu mais na alma foi ver ele se aproximar e beijar aquelazinha. Ele a prendeu na parede e fez o que ela queria. Eu chorava vendo aquilo, mas não conseguia parar de olhar. Eu me martirizava e não acreditava naquilo. Deslizei pela parede e cheguei ao chão.
– Ah, Jake. Vamos pro meu quarto. – dei uma última espiada e ela o puxava em direção aos dormitórios dos professores. Jake olhou para trás e me viu no chão. Derrotada por Tânya Denali.
Fui para meu dormitório e permaneci lá por uma semana.
– Nessie? Fala comigo. – pediu Bella pela milésima vez. Eu olhei pra ela. Alice e Rose também estavam ali. – Você tem que falar com ele. Não pode se trancar aqui perder sua vida e suas aulas.
– Mana, escuta a gente. Supera isso. – sussurrou Alice triste.
– Estamos sofrendo vendo você assim. – concluiu Rose.
– Não consigo. Perdi meu Jake pra sempre. – chorei. Elas me abraçaram.
– Vou resolver isso. – Bella levantou.
– Aonde você vai? – perguntou Alice.
– Vem comigo Alice. – ela a puxou. – Rose cuida da Bella. – eu olhei com os olhos embaçados enquando elas saíam.
– Calma vai dar tudo certo. – tranquilizou Rose, pondo minha cabeça em seu colo.
– Você acha Rose? – minha voz saiu fraquinha. Acho que ela ficou feliz em me ver parecendo otimista.
– Claro que sim! – falou animada.
Depois de um tempo acabei dormindo. Quando já era noite acordei e levantei indo para o banheiro. Olhei meu rosto e minha cara era péssima. Minhas amigas tinham razão. Eu tinha que reagir. Tomei um banho, relaxando meus membros doloridos de tanto ficar deitada e depois saí sem sono pelos corredores andando sem rumo.
– Combinado. – pausa. – Nem sei como agradecer. – pausa. – Mesmo assim, muito obrigado. – a porta estava entre aberta e não pude deixar de ouvir. Jake falava ao telefone. Tremi de medo na possibilidade de encará-lo. Mesmo assim empurrei a porta. Ele olhou admirado.
– Nessie? Entre. – caminhou veio até mim e me puxou para dentro. Olhou os dois lados dos corredores e trancou a porta. – Não devia estar essa hora andando por aí. Ainda mais vestida assim. – me repreendeu.
– Estava sem sono. – eu me olhei. Estava vestindo uma camisola de seda rosa de alças finas e bem curta. Dei de ombros.
– Tenho tanta coisa pra... – ele se aproximou e não pude me conter e o beijei. Ele retribuiu.
– Não fala nada. – pedi o encarando.
– Te devo uma explicação. – falou me abraçando.
– Não quero saber. Só quero ser sua. – disse quase num sussurro.
Ele me puxou para si e me arrastou para sua mesa. Algumas coisas caíram, mas nem ligamos. Eu sentei nela e o envolvi com minhas pernas. Sem separar nossas bocas eu tirei sua camisa e passei logo para a calça, a abri, mas não a puxei para baixo, ficando aberta e no lugar. Jake devorava meu pescoço enquanto eu arranhava seus ombros. Senti ele pronto e ofeguei. Ele subiu suas mãos por minhas pernas e subiu minha camisola até tirá-la completamente. Jake olhou pra mim com desejo e era isso que eu queria. Encaixou as mãos em meus seios me fazendo ofegar. Não se contentando, os colocava na boca, ora passando a língua ou os dentes. Gemi baixo quando fez uma sucção me levando ao quase delírio. Escorreguei ficando de pé e passando a palma das mãos em seu tórax esculpido. Senti ele estremecer. Tirou minha última peça e sua mão alí ficou me tocando, fazendo um reconhecimento da minha intimidade. Soltei uns sons de prazer que ele gostou, pois me olhava, estudando minha expressão. Jake ergueu minha perna prendendo em seu quadril.
– Minha pequena, - ele arfava. – se sentir qualquer coisa me fala que eu paro. – mandou.
– Tá. - suspirei e puxei o ar novamente. Um calor estava entre nós e o ar faltava. Não liguei e beijei seu pescoço. Jake me pressionou uma única vez. Soltei um arfar alto e ele ficou parado.
– Olha pra mim. – pediu.
Respiráva-mos forte e rápido, Jake se movia lentamente. Logo ele puxou minha outra perna e me elevou, sustentando meu peso por minhas coxas. Me prendi totalmente nele, envolvendo seu pescoço e sem soltar as pernas de seu quadril, então ele me encostou na parede e começou a se mover com mais rapidez e com mais força. Senti mais prazer e o segurei pelos cabelos soltando gritos abafados em sua orelha. Meu corpo tremeu e contraiu ao mesmo tempo. Ele me segurou forte e depois gemeu alto e movimentou mais rápido para dentro de mim. Depois que se saciou, parou e me soltou. Ele teve que me manter de pé, pois eu não sentia minhas pernas, meus braços e mãos estavam dormentes de tanta força que fiz apertando seu corpo.
– Eu te amo. – falei.
– Eu te amo Nessie. – respondeu encostando a testa na minha.
– Jake?
– Hum?
– Podemos repetir? – mordi o lábio pervertida. Ele riu.
– Quantas vezes quiser. – sussurrou rindo mordendo o lóbulo de minha orelha. Tremi.
Fizemos isso e muito mais, só que no sofá e com mais calma.
– Eu sinto muito por tudo o que fiz você passar. – acarariciando meu braço.
Ficamos deitados no sofá maior. Me aconcheguei no seu peito e enrrosquei nossas pernas. Ele pôs a manta do sofá em cima de nós que estávamos sem roupa.
– Não se preocupe. Vou pedir meu pai para me transferir.
– Não será preciso. – ele riu e beijou minha testa quando me virei para olhá-lo.
– Não entendo. – falei confusa.
– Na próxima semana vou lecionar em outro colégio. – me levantei desajeitada e a manta escorregou cobrindo só da cintura para baixo.
– Como assim?
– Vou começar do início. – começou. – Quando você me viu depois saindo com Tânya para o quarto dela, eu nem entrei no quarto. Falei que não trairia meu amor assim. Por chantagem. Ela me ameaçou e eu nem liguei, o que a deixou mais furiosa. Antes que ela pudesse contar ao diretor eu fui e pedi demissão. Seu irmão veio falar comigo e desabafei com ele. Então Edward ligou para seu pai e marcou um encontro. Ele foi bem compreensivo até.
– Mas... – ele me interrompeu.
– Não terminei. – riu. – Bom, então como ele tem muitos contatos me apresentou ao diretor do Metropolitan. Ele me contratou. Quando Bella e Alice me procuraram essa manhã, expliquei tudo á elas. Resumindo. Não existe nada que nos impeça de ficar juntos. Claro se você não me quiser...
Não o deixei terminar. O beijei e passei meus braços envolvendo seu pescoço.
– Amo você, amo meus irmãos, meus amigos, meus pais... Estou muito feliz.
– Que bom. - me beijou.
Comecei a acariciá-lo de cima á baixo da manta e ele fechou os olhos mordendo o lábio se concentrando. Em um momento eu me joguei por cima dele sem o soltar e ele gemeu meu nome. Levantando um pouco abocanhou meu seio e eu arfei. Sentada sobre seu quadril, me movi um pouco e nos encaixamos. Agora eu me movimentava por cima dele, que gemia baixo comigo. Erguendo um pouco o tronco, Jake me fez soltar um grito abafado, pois me fez o sentir totalmente dentro de mim. Antes que eu pudesse soltar um novo grito, já tremia em cima dele, mas não parei de me movimentar. Ele me ajudou vendo que eu estava com o corpo contraindo. Até que ele gritou abafado no meu ombro e se mexeu violentamente embaixo de mim. Ele tinha chegado ao auge. Depois que relaxamos, me aconcheguei mais nele, que puxou a manta e nos cobriu. Acabamos adormecendo de cansaço.
Quase não o sentia se mexer, mas eu pensei que poderia me virar e acabei derrubando nós dois no chão. No início nos assustamo, depois ele me beijou. Eu levantei e ele me encarava.
– O que foi? – perguntei corando.
– Você é linda. – falou se erguendo alisando meu rosto.
Congelei. Ouvimos vozes nos corredores e ele tapou minha boca para eu não falar. Apontou minha camisola eu andei na ponta do pé, peguei e vesti. Achei minha calcinha atrás da mesa e vesti também. Procurei as roupas dele e ele se vestiu. Jake foi até a porta ver quem era. Voltou e me fez sentar.
– São uns alunos. Vou lá colocá-los para o dormitório.
– Vai lá professor. – brinquei testando seu humor.
– Sem gracinhas ou ficará em detenção. – ele colou a boca em minha orelha. – Na minha cama.
– Me comportarei muito mal então. – sussurrei de volta. Ele riu.
Jake saiu e escutei a conversa deles. Depois de um tempo de silêncio, abriu a porta da sala.
– Sua vez. – chamou da porta mesmo. Me acompanhou até o dormitório. Entrei e ele caminhou ao dele. Subi de fininho as escadas e deitei na cama, pensando se tomava um banho ou não. Decidi por não tomar e ficar com o cheiro dele em mim. Demorei a dormir, mas o sono veio.
De manhã quando Bella ainda dormia eu já tinha tomado banho e escovava os cabelos vestindo um roupão.
– Que animação é essa? – sua voz era de sono.
– Passei a noite com Jacob. – falei exasperada.
– Nessie! Mas onde? – me chamou para sentar perto, perplexa. Me enfiei em baixo das cobertas dela.
– Na sala dele. – achei que era o suficiente. – Ele é perfeito Bella. – a emoção na minha voz me encheu os olhos.
– Que bom.
Contei a ela resumidamente e depois nos arrumamos e saímos para tomar café. Bella fez questão que eu repetisse tudo para Alice e Rose.
– Isso merece uma comemoração! Vamos fazer compras esse final de semana.
– Lamento Alice, mas vou levar Nessie para me ajudar a procurar um apartamento. – falou ele perto de nós.
– Apartamento? – falei.
– Sim. Não quero ter que usar o dormitório do Colégio. – lembrei da noite passada.
– Hum... – soltei arqueando as sobrancelhas.
– Podemos estreiá-lo com uma festa? – perguntou Alice já preparando a festa em sua mente que eu sabia.
– Novamente lamento por ter que atrapalhar seus planos Alice. – ele olhou pra mim sugestivamente.
– Mas que estraga prazeres. – ela levantou e saiu fazendo bico, e achamos graça.
– Aonde vamos? – perguntei curiosa.
– Separei umas opções e quero que você me ajude. – ele pôs as mãos nos bolços e congelou o sorriso. – A não ser que queira sair com Alice.
– Compras com Alice ou você? Que dúvida cruel! – ironizei e ele riu.
– Depois combinamos. – piscou e saiu. Eu só acenei a cabeça, e se foi.
– Ele não quer morar lá, porque você não poderia frequentar. – insinuou Bella.
Não falei nada e sorri timidamente. Pensei em como vai ser daqui pra frente. Sonhei muitas coisas alí acordada. Pensei que já era feliz, mas nada se compara ao que eu estou sentindo.
Sábado, enquanto os outros alunos saíam para shoppings, cinemas e lanchonetes. Eu saía feliz da vida do Samaritanno, para ir à procura de um apartamento. Obviamente, Alice não me deixou sair sem me arrumar. Regata branca comprida de estampa envelhecida, leggin preta, sapatilha vinho e uma bolsa enorme cinza.
Jake me esperava no estacionamento com seu Rabbit 86, acho. Meu pai coleciona carros e estudei um pouquinho com ele. Todo despojado, ele vestia jeans, camisa verde musgo de gola V, tênis e óculos, que ele tirou quando me aproximei.
– Bello carro! – elogiei.
– Entende de carros? – a surpresa na voz dele me fez rir.
– Meu pai... – dei de ombros cruzando os braços.
– Posso te beijar? Ou tem vergonha de estar com seu ex-professor? – se encostou ao carro. Me aproximei, passei meus braços por seu pescoço, enquanto me enlaçou pela cintura.
– Adoro quando você me desafia. – disse.
– Adoro quando você cumpre. – nos beijamos no mesmo instante e uns poucos alunos olharam para nós. Ignoramos. Jake abriu a porta do carro pra mim, deu a volta e entrou.
Olhamos três apartamentos. Não são grandes, mas o suficiente para ele. Todos possuem dois quartos e bastante luminosidade, mas o que eu gostei foi o último. Achei perfeito.
– Então? O que achou? – perguntou ele tomando um gole de refrigerante. Saímos para almoçar, para decidir.
– Gostei do último. – falei dando uma garfada no ravióli.
– É bom, mas não achou pequeno?
– Achei, mas é tão lindo! Janelas grandes, o chão de madeira... – eu mudei a voz. – banheira... – ele inclinou a cabeça e sorriu.
– Não vai se importar de me visitar lá? – pôs um ravióli na boca rindo.
– Nem um pouco. Se esqueceu do mais importante? – falei animada.
– O que?
– Fica perto do seu novo trabalho! Vai te poupar tempo. Pra mim.
– Ah! Claro! Desculpe, nem pensei... – seu tom era sarcástico, mas ele não tinha percebido mesmo.
– Sei... – ri.
– Terminou? – apontou para o prato.
– Sim. – ele chamou a garçonete.
– Vamos lá pegar as chaves.
– Agora?
– Sim. Tenho que sair do Samaritanno até amanhã. Segunda começo no Metropolitan.
– Posso ajudar a organizar suas coisas?
– Vou precisar mesmo! Não tenho muito senso de organização. – ele pagou e saímos.
Fomos á imobiliária e ele alugou o apartamento que escolhemos. Quando chegamos ao estacionamento do Samaritanno, eu não resisti.
– A chave?
– Hum? – perguntou confuso.
– Do apartamento. Levarei Alice e Bella comigo.
– Não. Vão querer pintá-lo de rosa. – debochou.
– É bem capaz! – ameacei. Ele me olhou como quem se rendia e pôs as chaves na minha mão estendida.
– Essas são suas. – ele sacudiu outro molho de chaves. – Essas são minhas.
– Sério? – não acreditei. Eu o abracei.
– Mas, por favor! Nada de rosa! – pediu caçoando. O soltei e abri a porta do carro. – Aonde vai?
– Procurar Alice e Bella. Vamos começar já. E fique longe até que eu avise! – pedi.
– Isso é uma ameaça?
– Sim!
– Tudo bem. – se rendeu.
Liguei para Alice e ela começou a agilizar mais rápido do que nunca. Tudo isso no sábado. Já no domingo, fomos para lá bem cedo e levamos Jasper, Emm e Ed para ajudar a equilibrar as coisas. O relógio marcava seis da noite e havíamos terminado. Jake não tem muitas coisas então não deu tanto trabalho. Trabalho nos deu Alice que queria encher o lugar de móveis. Mas deixamos ela por só o necessário.
– Daqui eu opero agora. – falei dispensando eles.
– Não vai voltar pro Colégio? – perguntou Ed. E Bella a Alice uma de cada lado deram uma cotovelada nas costelas dele.
– O que foi? – Bella o arrastou pra fora. E todos rimos.
– Ás vezes eu sinto vergonha dele! – resmungou séria Alice, fazendo a gente rir mais.
– Boa sorte! – desejaram eles.
– Obrigada! Sem vocês eu não teria feito nada disso!
– Me deixe fazer uma festa que...
– Alice! – gritaram todos. Ela saiu fazendo bico. Eles foram atrás.
Meu telefone tocou e era quem eu esperava.
– Leah? Pode subir.
Um por um os quadros foram sendo organizados pelos cômodos do apartamento.


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domingo, 2 de setembro de 2012

Aprendendo Lições por Leka #FanFic #capítulo05

Aprendendo Lições

Capítulo 5

Na aula, me concentrei o máximo que pude. Mas quando ele passava o olhar por mim. Meu coração acelerava, minha respiração ficava alta... até que o sinal tocou. Todos se levantaram saindo.
– Repassem os capítulos de hoje e façam os exercícios também. Terão um teste surpresa na semana que vêm! – falou alto.
– Mas professor! Não é mais surpresa, o senhor acabou de dizer! – falou Eric.
Ele riu gentilmente falando para todos que ficaram ali.
– Eu sei. Mas eu não me referia a isso. A surpresa é vocês que terão de fazer para mim, aumentando suas notas! – todos riram e saíram comentando. Eu saía com Bella, e antes de eu passar pela porta ele nos chamou.
– Meninas? Podemos conversar? – perguntou.
– Claro! – respondemos juntas nos olhando.
– Tenho uma coisa para resolver. Esperem em minha sala. – ele sorriu. Saímos morrendo de curiosidade.
– O que será? – se perguntou Bella.
– Não tenho a mínima. – suspirei.
Chegamos à sala dele e sentamos na poltrona maior. Deixando a outra para ele. Passaram-se uns quinze minutos e ele entrou.
– Demorei? – acenamos que não. Jacob colocou as coisas na mesa e sentou a nossa frente. – Bom... Vou começar por Bella... – senti ela se enrijecer ao meu lado, quando ele se virou para ela. – Edward conversou comigo, e... – ele passou a mão na nuca acanhado e riu. – Pediu insistentemente que eu marcasse um encontro entre vocês. – Bella corou e eu ri.
– Mas a gente sempre se encontra por aí... – começou ela.
– Não esse tipo de encontro. – ele respirou fundo. – Ele me contou que está complicado de vocês namorarem e pediu que eu facilitasse. – falou gesticulando.
– Ai, que vergonha... – ela escondeu o rosto nas mãos. Ele riu baixo.
– Espere ele na porta do seu dormitório, ás dez em ponto. – falou.
– Para onde ele vai me levar? – perguntou curiosa, mostrando o rosto vermelho.
– Ele me fez prometer que eu não diria. Desculpe. – disse erguendo a sobrancelha e comprimindo os lábios.
– Tudo bem. – ela olhou para mim. – Posso ir? – perguntou olhando ele novamente, completamente corada.
– Claro. – ele se levantou e a acompanhou até a porta. Bella parou nos encarando. – Não se preocupe. Eu a devolvo logo. – sorriu educadamente.
– Não devia ficar acobertando as peripécias de meu irmão. – alertei.
– Ele a ama. É injusto eles ficarem longe.
– Que romântico você é. – brinquei. Ele riu.
– Me pegou. – se sentou novamente. – Aquele dia na piscina... – falou sem mais enrolar.
– O que tem? – sussurrei completamente constrangida e corada.
– Não precisa ficar envergonhada. – sussurrou.
– Desculpe? – pedi sem saber totalmente o porquê.
– Também não quero que se desculpe. – o olhei confusa. – Eu tive que me controlar para não arrancar aquele garoto de cima de você. – era visível a irritação dele. Até seus gestos ficaram duros. Fiquei com um pouco de medo e levantei. Ele também se levantou, dando dois passos para mim. – Você estava me provocando de propósito... E antes quase que eu te beijei... – a aproximidade dele me deixou nervosa. – Você me enlouqueceu. – continuei quieta com o peito pulsando de medo e vergonha misturados. – O jeito que você me olhava. Ter você próxima... – ele se moveu um pouco me encurralando entre a mesa e ele. Dividiu o olhar entre meus olhos e minha boca, que estava seca. Ele acariciou meu rosto e de leve pressionou o polegar contra meus lábios e eu o mordi, passando a língua e fechando os olhos. Uma cena bem erótica. – Tá me torturando, sabia?
– É só parar. – ofeguei.
– Não dá. – senti seus dentes rangerem. – Por que é minha aluna?
– E porque tem que ser meu professor?
Ele se aproximou e colou sua boca na minha ao mesmo tempo em que seu corpo. Tocando minha língua numa invasão, como se tivéssemos esse contato há tempos. Ele sorriu no meio do beijo.
– O que foi? – sussurrei, pensando que ele não tinha gostado.
– Isso é loucura. – riu ainda me beijando.
– Eu sei. – tremi quando ele passou a beijar meu pescoço e o segurei pelos cabelos. Tornei a beijar sua boca que se encaixava perfeitamente á minha. Lábios com um beijo quente e delicioso. Suas mãos deslizavam por meu corpo, apertando às vezes. Mordeu meu lábio e me puxou mais para si. Ele estava me deixando sem ar. Fiquei extasiada com seu contato. Ele também. Até nos esquecemos que estávamos dentro de um Colégio. E pior! Eu sou sua aluna! De repente ele parou se afastando. Eu me segurei na mesa, para não cair.
– Vamos parar por aqui. – mandou. Eu fiquei calada. – Desculpe...
– Realmente não sei o que é isso, mas... – vasculhei minha mente lembrando o que eu queria falar. – Não quero criar problemas pra você.
– Eu que não devia ter feito isso.
– Vamos ficar nos culpando? Sabe o que isso é? O que sentimos? – sussurrei.
– Não tenho certeza. Mas sei bem do que está falando.
– Temos que descobrir... – tentei. – Fora daqui.
– Vou emprestar meu dormitório para seu irmão. Podemos resolver isso á noite.
– Tem certeza? – perguntei.
– Sim. – me levantei e antes de sair ele acariciou meu rosto, mas não me beijou.
Agora eu entendi o que estava acontecendo. Eu estava apaixonada pelo meu professor, que por acaso, me beijou!
Saí correndo nos corredores com um sorriso de canto a canto e ignorando todos os olhares direcionados á mim. Entrei correndo no dormitório e gritei por Bella. Eu sabia que ela estaria ali. Ainda devia estar com vergonha pela atitude de meu irmão.
Que idéia idiota a dele! Pedir ajuda a um professor para se encontrar com sua namorada as escondidas! Eu ri feito idiota. Fiz uma nota mental para agradecê-lo. Afinal, essa idéia tiraria Jake de seu dormitório. Como eu fiquei feliz!
– Bella! – gritei. – Bella! – ela apareceu no alto da escada.
– Sobe! – ela ainda parecia envergonhada. Subi rapidamente, de dois em dois degraus.
– O que está fazendo? – perguntei quando vi um monte de roupas e lingerries em cima de sua cama.
– Não sei o que usar hoje á noite! – assumiu desesperada. – Sei que Ed está aprontando algo do tipo...
– Desde quando você se preocupa com roupas?
– Alice... – sussurrou triste.
– Hum... – resmunguei olhando as peças reviradas em sua cama. – Nada disso serve! Hoje é uma noite especial! – a puxei pelo braço até o quarto de Alice e abri seu closet. Depois de um tempo revirando as coisas de Alice, achei roupas para a noite de Bella.
Um tomara que caia branco de cetim com renda no decote, saia de cintura alta branca com minúsculas florzinhas estampadas em cores bem claras que vinham até a metade da coxa, sandália de salto médio vermelha e bolsa roxa. Tudo muito romântico.
– Alice não se importará de te ver bem vestida. Mesmo que seja com as suas roupas! – assumi. Me joguei na cama dela.
– Meu Deus! – exclamou Bella. – O que aconteceu com você? – ela parecia intrigada com minha animação.
– A coisa mais perfeita do mundo! – levantei olhando ela.
– Seus olhos estão brilhando, está eufórica, agitada... – ela me examinou estreitando os olhos desconfiada.
– Ele me beijou! – eu pulava na cama de Alice, sem nem me importar que ela gritaria comigo quando descobrisse. – Ele me beijou! – me joguei de joelhos cansada na cama.
– Não sei se te dou parabéns amiga... – falou se sentando ao meu lado.
– Preciso do seu apoio agora. Não seja pessimista. Por favor?! – implorei pondo a cabeça no seu colo. Ela alisava meus cabelos.
– Sei bem onde isso vai parar. Você sendo expulsa e ele desempregado! – nem pensei nisso.
– Pode dizer o que quiser, mas nada vai me fazer mudar de opinião a respeito de Jake. – falei convicta.
– Jake? – ninguém nunca o chamou assim. Ela se assustou.
– Ele pediu que eu o chamasse assim.
– Ah! Na verdade fico feliz que você esteja feliz. – me ergui assustada.
– Foi só um beijo... – eu podia estar fantasiando coisas.
– Óbvil que não Nessie! Ele não se arriscaria por uma simples aventura, não acha?
– Talvez. Vou descobrir essa noite. – Bella arregalou os olhos.
– O que vai ter essa noite, Nessie?
– Ed vai te levar ao dormitório do Jake e ele vem pra cá. – senti um prazer em minha voz em dizer isso.
– Co... comoo... assiim? – gaguejou. Eu ri.
– Farei companhia, enquanto os pombinhos desfrutam seus prazeres carnais na cama do professor. – brinquei só para deixá-la com vergonha. Ela corou.
– Não ponha a culpa em mim. A idéia não foi minha. – se defendeu.
– Eu sei bobinha. – puxei ela para um abraço e me levantei. – Vamos, essa roupa merece uma linda lingerrie. Tenho uma azul que nunca usei, vou te dar ela. O Ed adora quando você usa azul.
Depois de muito tempo, finalmente achei uma roupa decente para eu usar. Bella disse para eu não usar nada que transparecesse um encontro. Então decidi por um shortinho jeans surrado e uma bata preta que deixava os ombros á mostra e sapatilha de camurça cinza. Roupa de ficar em casa, sabe?
Depois de muitos elogios, Bella saiu e eu tinha que ficar sozinha.
– Promete os detalhes?! – pediu Alice emburrada.
– Não vale editar! – resmungou Rose.
– Prometo. – elas não iriam sair se eu não prometesse.
Elas subiram ainda contra vontade. Me sentei no meu cantinho, pus os fones e eu escutava e sussurrava Creep. Ouvi a porta se abrir e olhei automaticamente.
– Boa noite! – sussurrou como se elas estivessem dormindo! Duvido!
Pensei se corria e pulava em seus braços e o beijava até acabar nosso ar ou apenas ser educada.
– Boa noite! – decidi pela educação. Me levantei para recebê-lo.
– Agora sei porque quando escuto essa música lembro de você. – sorriu.
– E toda vez que escuto, estudem o capítulo vinte e cinco e façam os exercícios, me lembro de você. – brinquei. Ficamos um de frente ao outro. Corei e ri junto com ele.
– Pensei muito se devia ou não vir aqui. – a sinceridade dele me fez tremer de medo. Como sempre as palavras somem quando estou com ele, continuou. – Mas não resisto a essa carinha envergonhada, quando eu faço um elogio ou a toco. – afagou meu rosto e fechei os olhos com o contato. Jake me beijou docemente. Meu corpo se arrepiou com o pouco de contato. Nos separamos devagar.
– Até que horas vai poder ficar? – ele estreitou os olhos e fez uma quase careta.
– É muito nova para se preocupar com tempo. – deslizou a mão pelo meu braço e pegou minha mão.
– Não sou tão criança assim. – retruquei. Ele segurou o riso mordendo o lábio.
– Tenho que me lembrar disso toda vez que olho pra você. – assumiu, entrelaçando e olhando nossas mãos, fazendo meu coração disparar.
– Quer beber algo? – fui até a geladeira e peguei uma jarra de suco. Fiz uma careta enchendo os copos. – Sabe, é proibido álcool...
– É melhor que fiquemos sóbreis mesmo.
– Que medo que você tem em se descontrolar comigo. – olhei divertida me aproximando e entreguei um copo á ele. Cheguei mais perto. – Eu não mordo, Jake.
– Não posso dizer o mesmo. – o jeito sedutor dele me deixou sem ar. O cheiro me impregnou. Então me puxou para si com a mão que estava livre e a escorregou até acomodar seus dedos em meu cabelo, me beijou. – Você é uma tentação, que me atormenta todas as noites e tira o meu sono. – falou.
– Me sinto culpada. – corei ironizando, passando meus braços a sua volta, ele me segurava pela cintura.
– Não fique. – Jake deslizou o dedo pelo meu rosto, deixando um rastro quente. – Não tem culpa de eu sentir o que sinto. – me abraçou pela cintura novamente e sussurrou rente em minha orelha. – Sinto que sente o mesmo. Noto o jeito que deixo. Eu te deixo nervosa. – ele riu rouco, depois tocou seus lábios em meu pescoço. Ele sentiu meu arrepio. – Adoro isso.
– O que você sente? – perguntei puxando o ar e tornando a olhá-lo.
– Um dia te conto. – piscou dando um sorriso de lado.
– Misterioso. – fiz bico.
– E você curiosa... – brincou.
– Quero saber o que sente quando está comigo... – insisti.
– Você é especial e quero te ver feliz. – se rendeu, respondendo de bom grado.
– Se importa com a minha felicidade? – fiquei feliz por saber disso.
– Sim. Está feliz agora?
– Muito. – como eu não poderia estar?
– Então. Isso me faz bem.
– Completamente. – concocordei.
– Onde estão suas amigas? – perguntou me soltando.
– Obriguei que ficassem lá em cima. – confessei sem remorso nenhum.
– Elas sabem?
– Sim. E meu irmão?
– Cúmplice. – o entregou.
– Deixa ele comigo. – ameacei.
– Hum... – tomou seu suco e colocou o copo na mesa.
– E Bella?
– Vim com Edward, quando veio buscá-la.
– Se alguém descobre... – fiquei com medo só de pensar.
– Vou para a rua. – deu de ombros, enquanto eu sentava ao seu lado.
– Não tem medo?
– Tenho. Mas confio em vocês.
– Não devia.
– Eu sei. – riu.
– Me fala sobre você e aquele carinha da piscina? – me assustei um pouco com sua pergunta.
– Mike? É um amigo. – passei a mão pelo cabelo o jogando para trás, balançando a cabeça tentando não ficar mais nervosa.
– Eu poderia ter feito vocês serem expulsos. – ameaçou.
– Teria coragem? – desafiei.
– Ele. Sim. – piscou e riu.
– Só queria te provocar. – revelei abaixando o olhar.
– Percebi. – ele levantou meu rosto e estava tão próximo que nem respirei. – E funcionou. – um beijo quente. Jake jogou o corpo em cima de mim e eu quase deitei na poltrona. Senti vontade de tirar a roupa. Me controlei e levantei.
– Desculpe? – seu rosto havia confusão, pela minha atitude.
– Não... – falei baixinho. – Estou confusa. Tudo isso, parece irreal. – balancei a cabeça tentando clarear a mente.
– Confusa sobre mim? – seu tom era sério. Fiz que sim. Ele se levantou e me puxou para me sentar ao seu lado novamente. Jake virou de frente para mim. – Do que tem medo?
– Do que isso pode virar. Do que pode acontecer com você... Comigo! Não sei o que esperar, o que fazer... – eu tinha mais coisa pra falar, mas não saía.
– Entendo que esteja insegura, mas confia em mim? Estou envolvido com você e quero isso. Te quero Nessie. Eu não estaria arriscando tudo por nada. Estou apaixonado por você! – fiquei sem reação diante de suas palavras. Frente a sua revelação.
– Também sinto o mesmo Jake. Mas como isso pode ser possível? É meu professor! É mais velho e como podemos namorar num lugar desses? – falava feito louca e até mensionei uma relação. Onde isso iria parar?
– Da mesma forma que estamos aqui agora...
– Escondidos?
– Só por um tempo. Até acabar o ano. – disse gentil. Eu sorri, quase uma careta. – Promete? Hum? – me beijou e perguntou. – Nessie, quer namorar comigo? – colocou uma mecha do meu cabelo pra trás.
– Sim. – sussurrei e subi em seu colo aprofundando o beijo e quando notei o estado que ele ficou e me joguei para o lado me recompondo.
– Acho melhor eu ir... – falou com dificuldade evidente disfarçando.
– Não. – pedi.
– Não quero que faça nada que se arrependa.
– Não quero que deixe de fazer. – ele me puxou fazendo com que sentasse em seu colo.
– Não me provoque menina.
– Espere e verá. – ameacei sussurrando em seu ouvido.
– Não vejo a hora. – sussurrou de volta.

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