Breaking Dawn

Porque Amanhecer é Aqui!!!

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domingo, 21 de outubro de 2012

Still: Primeiro still de Joe Anderson em “Horns”

domingo, 7 de outubro de 2012

Entrevista de Joe Anderson para a ‘Page to Premiere’

Hoje, Page To Premiere acompanha toda a entrevista de Joe Anderson como parte do New Faces Friday. Joe interpreta o vampiro nômade inglês chamado Alistair na “Saga Crepúsculo: Amanhecer parte 2.” Você pode reconhecê-lo por seus talentos para cantar e atuar quando ele interpretou os clássicos dos Beatles no filme Across the Universe, e mais recentemente por sua participação em The Grey.
Page to Premiere: O quanto você sabia sobre Twilight antes de fazer o teste ou conseguir o papel? Joe Anderson: Eu não estava morando em Marte, então eu sabia bastante sobre. Amigos da família também são um pouco mais novos que eu, garotas, e elas são muito, muito fãs então quando descobriram que eu teria algo a ver, minha rua ficou de cabeça para baixo. Então houve um grupo e assistimos aos filmes juntos e ficamos animados. Eu já tinha visto todos ( os filmes) quando eu estava filmando no Canadá.
PTP: Quer dizer que você não leu nenhum dos livros?
JA: Não, é bem interessante, não, eu dei uma olhada nos livros. O interessante com Alistair é que a maneira como ele aparece no filme é um pouco diferente do filme. Para mim foi mais sobre pegar esse personagem indiferente e melhorá-lo. E como alguém de fora, você sabe que eu não estava nos filmes anteriores, então você meio que sente que tem que brincar com ele, porque nenhum dos outros personagens sabe o que esperar de você. Então foi meio livre, meio divertido ir lá e meio que inventar algo.
PTP:  Ele ( Alistair) é solitário. Exceto pela sua história com Carlisle, você quase imagina por que ele decidiu se juntar aos Cullen. Ele também sai bem rápido. Você tem alguma ideia ou perguntou à Stephenie sobre suas motivações lá?
JA: Sim. É uma pergunta bem interessante. Eu acho que , obviamente sem falar muito, que a noção geral do certo e do errado. Uma coisa no Alistair é que ele é um rastreador, seus sentidos são bem fortes. Eu acho que a razão para o que ele faz tem mais a ver com moralidade e certo e errado, e eu acho que ele simplesmente não se sente necessário porque o que tiver que acontecer vai acontecer. Mas eu acho que isso vai se explicar, sem dar spoiler, mais claramente no filme.
PTP: À medida que as imagens dos novos vampiros são liberadas, alguns deles são realmente impressionantes, e eu tenho que te dizer que quando sua parte como Alistair apareceu no trailer eu pulei e fique tipo *gasp* “Ai meu Deus!” porque eu realmente não esperava que fossem mostrar Alistair no trailer. Como foi para você se ver com todo o figurino, maquiagem e lentes de contato na primeira vez que você se viu como o personagem?
JA: É um ponto engraçado. Eu estava filmando um outro filme ao mesmo tempo então eu tive alguns encaixes. Para mim, eu adoro saber do figurino e tudo mais bem cedo para que eu possa analisar a parte física e como o personagem é. Então essa parte para mim foi curta ( por estar filmando outro filme). Quando eu entrei completamente no figurino e me acostumei com as lentes, foi literalmente meu primeiro dia no set. Então eu fico no trailer meio que olhando como fica, e essa é uma sensação muito bia, mas quando você sabe como ver isso no mundo e ver isso você meus que criou um lugar nesse mundo e trabalha… Eu sinto que no mínimo “eu não me sobressaí”. Foi algo interessante. O cara ( Alistair) é indiferente, ele é um espectador. Você quer fazê-lo um pouco diferente mas, claro, ele tem que se adequar a algumas regras que você tem nesse mundo e eu acho que funciona. Eu espero que funcione.
PTP: Eu acho que você está fantástico.
PTP: Você teve momentos preferidos nas filmagens?
JA: Definitivamente sim. Para ser sincero, ver Bella treinar e aprender no fundo da casa dos Cullen foi um dia extraordinário. Nós ficamos por perto e assistimos a uma pequena sequência fantástica. Eu ia aparecer e desaparecer, eu iria fazer alguns dias, voltar e fazer mais alguns dias e depois voltar…eu cada vez era como entrar em um circo onde algo maravilhoso estava acontecendo mesmo que tenha muitos membros do elenco – eu não acho que houve uma cena com tantos membros do elenco no filme então mesmo que fosse dinâmico quando os clãs estavam na sala juntos, era elétrico. Todo dia no trabalho era um grande dia para mim.
PTP: Como foi sua experiência na Comic Con, interagindo com todos esses fãs de Crepúsculo em tão grande escala?
JA: Isso me deixou maravilhado, sinceramente. Foi bem interessante. Tinham fãs que faziam outras coisas como profissão e tinham fãs que são obviamente são fãs e estão na área.Eu conheci tantos fãs que estão na área e que não estão e para ver sua opinião sobre o filme – porque às vezes você se preocupa, como ator, que quando apareça aprodução a mágica desaparessa, mas quando você conhece esses caras isso não acontece porque é onde a magia está. Então foi uma aventura todo o tempo, foi fantástico.
PTP:  Eu sou uma grande fã de Across the Universe e seus talentos musicais, e eu sei que você escreveu uma música com James Forgerty para outro filme. Tem muitos músicos talentosos no elenco da Saga Crepúsculo e eu estou curiosa: nós podemos ter alguma música sua na trilha sonora ou algo assim?
JA: Não.
PTP:  Droga.
JA: Meu lado musical foi só uma coisa ‘eu’ – tipo eu e meu violão no quarto. E, obviamente, eu cantei em Across the Universe, e como você disse no pequeno filme, 27 Club, que nós meio que escrevemos a música e fizemos umas coisas para isso. Mas é mais uma paixão pessoal para mim de um modo estranho, então se eles falassem eu provavelmente aproveitaria a chance e faria algo, mas normalmente é algo pessoal. Eu posso só atuar e deixar isso de lado. (risos)
PTP:  Qual música que você cantou em Across the Universe foi sua preferida? A propósito, eu amo ‘Hey, Jude’.
JA: Foi bem complicado para mim de um jeito interessante porque minha voz ainda estava falhando, ainda estava se adaptando. Como está agora definitivamente não estava quando eu volto e vejo os clips ou nada e então eu fico tipo “Wow, eu…” Foi em um lugar diferente. Eu lembro de pensar “Meu Deus, ‘Hey Jude’ foi muito alto para mim” Minhas canções favoritas foram ‘Happiness is a Warm Gun’. Eu não podia chegar àquela nota, e foi Bono, que obviamente estava no filme, estava lá basicamente me dizendo como gritar a nota, e foi ao lado dele gritando como um lunático que eu acabei chegando lá; e isso me faz rir toda vez.
PTP:  Como foi trabalhar com Bill Condon como diretor ? Nós ouvimos grandes histórias do elenco e eu estava imaginando se você teve algum momento especial que se destacou para você?
JA: Sim, no geral é a calma que ele tem. Obviamente o filme é maciço e algumas das sequências são imensas, e é porque nós estamos culminando esse filme. Dos tempos que eu trabalhei com ele, ele parece estar em um outro nível e não parece perder o ritmo e era tão calmo e generoso como diretor – foi meio livre e me permite meio que interpretar e só me direcionava, e isso para mim é um sinal de Deus por um diretor. Ele sabia exatamente o que queria. Ele é técnico e tem muito coração e você não pode pedir por mais que eu imagino.
PTP:  Eu tenho que te perguntar sobre The Grey. O quão frio foi filmar esse filme?
JA: Foi extraordinário a ponto de eu lembrar de Frank Grillo, eu e Liam ( Neeson) andando por aí perguntando se alguém duvida do fato de que nós estávamos no topo daquela montanha em 30º negativos, que nós vamos chegar ao outro lado da mesa e… absolutamente, foi extraordinário. Nós estávamos no topo daquela montanha e tinha um grupo de pessoas – eu era o mais novo, com a boca, e realmente se tornou a dinâmica que você vê no filme. Nós todos fomos e todos nos amamos, mas foi um monte de garotos lidando com 30º negativos e queimaduras de gelo de verdade onde quer que você esteja filmando ou… não importa. Então foi mais que uma expedição que filmar um filme, para mim. Não teve muita fantasia no filme, digamos assim.
PTP: Nós ouvimos muitas histórias sobre o clima do elenco de Crepúsculo. Você ficou tipo ‘cara, isso não é nada’?
JA: Eu estava de short e camiseta em Squamish em Janeiro. Eu tive que fazer algumas coisas no Canadá de vez em quando então meu sangue já estava espesso nesse ponto. Eu não precisei das minhas cobertas de lã.
PTP:  Você falou sobre ter familiares e amigos fãs de Crepúsculo. Eles foram os primeiros a saber? Onde você estava e quem foi a primeira pessoa a quem você contou quando descobriu que estava no elenco?
JA: A primeira pessoa foi minha esposa. Eu estava lavando a louça na cozinha, o telefone toca e a próxima coisa que você sabe é que vai interpretar um vampiro. Foi o melhor de tudo isso. Obviamente filmar é maravilhoso, mas geralmente quando você vai para algo que você quer e eles também te querem é fantástico. Não pode ser melhor. Então foi um ótimo dia, ficar na cozinha lavando os pratos.
Fonte| Tradução

domingo, 18 de março de 2012

Stills + Promo do episódio 7 de The River com Joe Anderson

 Vídeo:

sábado, 10 de março de 2012

Novas fotos promocionais de Joe Anderson em The River

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quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Novos Outtakes de Joe Anderson

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quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

‘The River’ com Joe Anderson estréia com boa classificação + Nova foto dos bastidores

Grande parte do público deixou durante a transmissão, de 18 a 49 anos - a maioria ficou.


Paul Blackthorne, Joe Anderson, Eloise Mumford, em 'The River'

O drama novo mistério ABC "The River" atraiu uma multidão decente para sua estréia na noite de terça-feira. A má notícia é que em algum lugar ao longo do caminho, cerca de 20% do abandono público.

"The River", no qual a família de um explorador perdido é encontrado na selva amazônica e conhece alguns problemas sérios paranormais, em média, 8,2 milhões de espectadores para a primeira das suas duas horas.

Abandonaram na primeira meia hora, através de, e no final tinha cerca de 6,45 milhões, segundo dados iniciais de classificação Nielsen.

Boa notícia para os fãs da série e ABC: Foi realizado a maioria dos telespectadores 18 aos 49 anos que promocionantes realmente quer. "O Rio" começou com um 2,5 da chave demográfica e só caiu para 2,2 no final.

A segunda semana é dito de "The River", porque o padrão típico mostra programas de TV é chamar a sua maior audiência na primeira semana, quando as amostras são tomadas a partir dos espectadores.

O número de repatriados nas próximas semanas é particularmente crucial para um show como "The River", de sua história complexa e extra-mundanas elementos tornam difícil para novos espectadores entrar uma vez que tenha começado.

Em número total de espectadores de terça-feira, "The River" perdeu duas séries da CBS crime. "NCIS: Los Angeles", com uma média de 16.12 milhões de espectadores em 9 horas e "Unforgettable", com uma média de 11,7 milhões de espectadores em 10.

O grande vencedor da noite foi o original "NCIS", que reuniu mais de 20 milhões de telespectadores em seu número de 8 para 200 epidodio.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

JOE ANDERSON FALA SOBRE KRISTEN STEWART EM RECENTE ENTREVISTA!

Joe Anderson, ator que vai dar vida ao personagem Alistair no último filme da Saga Crepúsculo, cita Kristen em uma recente entrevista.


LOS ANGELES — Uma olhada em Joe Anderson e você sabe que ele nasceu para interpreter Kurt Cobain em alguma coisa – um filme, uma série de TV.

E, sim, Anderson diz, “houve conversas, mas nada oficial. Até que comece a dar frutos, eu apenas tenho que esperar.”

Não espere.

Um músico natural – ele estrelou “Across the Universe”, baseado nos Beatles – Anderson trabalhou em três projetos em um ano – “The River”, “The Grey” e “Amanhecer”.

Em menos de uma semana, ele saiu das temperaturas altas do Canadá e foi para o calor escaldante de Porto Rico. Isso aconteceu por causa de “The Grey”, um drama sobre um grupo de sobreviventes de um acidente aéreo lutando com lobisomens. Em seguida, um papel em “The River”, um novo drama da ABC sobre um expert na vida selvagem que desaparece.

“Apostei em ‘Crepúsculo’ e foi um ano bem interessante”, diz Anderson com um sorriso.

Enquanto ele sabia sobre seu destino em “The Grey”, ele não sabia em “The River”. “Eu honestamente não posso dizer o que vai acontecer. É uma espécie de apelo vir trabalhar e saber que vai ser diferente toda semana. Não é um procedimento. Há oportunidades para várias reviravoltas na história do personagem.”

Para animar, “The River” dá muita chance para a atividade física. Os atores são filmados ao ar livre, lidando com problemas reais.

E depois? Depois tem “Amanhecer”, as duas últimas partes da Saga Crepúsculo. No drama vampiresco, Anderson interpreta Alistair, um vampiro particularmente complexo que intercede pelos Cullen. O ator leu os livros, viu os filmes anteriores e tentou absorver o máximo que conseguiu, mas sabia que ele nunca entenderia tanto sobre o personagem como os fãs da série.

“É legal jogar contra o grão do filme”, diz Anderson. “Ele pode fazer o que ele quer, porque ele é quem ele é.”

O ator britânico de 29 anos, porém, não percebeu a devoção da base de fãs de “Crepúsculo”.
 
“Eu ainda não tinha chegado no motel e já tinha cartas dos fãs. Eles descobriram onde eu ia estar – e eu nem ao menos sabia. Mas cada uma daquelas cartas foram genuínas e tão doces.”

As coisas assustadoras? Isso ficou restringido aos outros atores. “Uma mulher estava parada do lado de fora do Sutton Palace em Vancouver com duas tesouras. Ela tinha vindo da Inglaterra para cortar um pouco do cabelo do Robert Pattinson para colocar em uma boneca.”

“Amanhecer – Parte 2” (previsto para estrear na primavera) veio com alto nível financeiro. “Não há muitos ensaios. Então antes de uma cena com Kristen (Stewart), eu tive que incorporar o personagem no caminho entre o camarim e o estúdio. É a primeira vez que você vê esse cara criando vida. Mas até a história engrenar, você não tem muita certeza sobre o que ele vai ser.”

Por causa de Alistair aparecer “um pouco distante”, Anderson descobriu que ele poderia “tirar um pouco de licença literária com ele”.

“The Grey” não foi tão tocante. Estrelando Liam Neeson, essa é uma história de homens tentando sobreviver depois de um acidente de avião. Ele gravou o filme ao ar livre sob aquelas temperaturas congelantes, já que o diretor Joe Carnaham queria que tudo fosse o mais autêntico possível.

Anderson, porém, amou isso. “Eu sou um grande sobrevivente maluco. Minha esposa e eu vamos para as montanhas de Sierra Nevada por uma semana de tempos em tempos e depois voltamos. Essa é provavelmente a razão pela qual eu gosto tanto de ‘The River’. Eu adoro estar na floresta com esses brinquedos.”

Filho de um ator (Miles Anderson) e de uma talentosa agente (Lesley Duff), Anderson não escolheu essa profissão por estar no seu sangue. “A Dislexia tem uma grande parte nisso”, ele explica. “Eu sou completamente disléxico. Falar e atuar foi melhor do que escrever e ser um acadêmico. Mal sabia eu que no primeiro dia da escola de Drama eles te dão a obra completa de Shakespeare.”

Enquanto viver com pessoas naturalmente dramáticas provavelmente tenha tido efeito, Anderson diz que ele teve que encontrar seu próprio caminho nos negócios. O pai é “muito melhor com os clássicos do que eu. Então, se eu estou tento problemas com uma obra, eu pego o telefone e peço ajuda para ele. É maravilhoso.”

“127 Horas” não o assustou, ele diz. “Eu gostaria de me aventurar nesses tipos de coisa. “

Joe Anderson diz que não teve muitos ensaios com Kristen Stewart


LOS ANGELES — Uma olhada em Joe Anderson e você sabe que ele nasceu para interpreter Kurt Cobain em alguma coisa – um filme, uma série de TV.

E, sim, Anderson diz, “houve conversas, mas nada oficial.  Até que comece a dar frutos, eu apenas tenho que esperar.”


Um músico natural – ele estrelou “Across the Universe”, baseado nos Beatles – Anderson trabalhou em três projetos em um  ano – “The River”, “The Grey” e “Amanhecer”.

Em menos de uma semana, ele saiu das temperaturas altas do Canadá e foi para o calor escaldante de Porto Rico. Isso aconteceu por causa de “The Grey”, um drama sobre um  grupo de sobreviventes de um acidente aéreo lutando com lobisomens. Em seguida, um papel em “The River”, um novo drama da ABC sobre um expert na vida selvagem que desaparece.

“Apostei em ‘Crepúsculo’ e foi um ano bem interessante”, diz Anderson com um sorriso.

Enquanto ele sabia sobre seu destino em “The Grey”, ele não sabia em “The River”. “Eu honestamente não posso dizer o que vai acontecer. É uma espécie de apelo vir trabalhar e saber que vai ser diferente toda semana. Não é um procedimento. Há oportunidades para várias reviravoltas na história do personagem.”

Para animar, “The River” dá muita chance para a atividade física. Os atores são filmados ao ar livre, lidando com problemas reais.

E depois? Depois tem “Amanhecer”, as duas últimas partes da Saga Crepúsculo. No drama vampiresco, Anderson interpreta Alistair, um vampiro particularmente complexo que intercede pelos Cullen. O ator leu os livros, viu os filmes anteriores e tentou absorver o máximo que conseguiu, mas sabia que ele nunca entenderia tanto sobre o personagem como os fãs da série.

“É legal jogar contra o grão do filme”, diz Anderson. “Ele pode fazer o que ele quer, porque ele é quem ele é.”

O ator britânico de 29 anos, porém, não percebeu a devoção da base de fãs de “Crepúsculo”.

“Eu ainda não tinha chegado no motel e já tinha cartas dos fãs. Eles descobriram onde eu ia estar – e eu nem ao menos sabia. Mas cada uma daquelas cartas foram genuínas e tão doces.”

As coisas assustadoras? Isso ficou restringido aos outros atores. “Uma mulher estava parada do lado de fora do Sutton Palace em Vancouver com duas tesouras. Ela tinha vindo da Inglaterra para cortar um pouco do cabelo do Robert Pattinson para colocar em uma boneca.”

“Amanhecer – Parte 2” (previsto para estrear na primavera) veio com alto nível financeiro. “Não há muitos ensaios. Então antes de uma cena com Kristen (Stewart), eu tive que incorporar o personagem no caminho entre o camarim e o estúdio. É a primeira vez que você vê esse cara criando vida. Mas até a história engrenar, você não tem muita certeza sobre o que ele vai ser.”

Por causa de Alistair aparecer “um pouco distante”, Anderson descobriu que ele poderia “tirar um pouco de licença literária com ele”.

“The Grey” não foi tão tocante. Estrelando Liam Neeson, essa é uma história de homens tentando sobreviver depois de um acidente de avião. Ele gravou o filme ao ar livre sob aquelas temperaturas congelantes, já que o diretor Joe Carnaham queria que tudo fosse o mais autêntico possível.

Anderson, porém, amou isso. “Eu sou um grande sobrevivente maluco. Minha esposa e eu vamos para as montanhas de Sierra Nevada por uma semana de tempos em tempos e depois voltamos. Essa é provavelmente a razão pela qual eu gosto tanto de ‘The River’. Eu adoro estar na floresta com esses brinquedos.”

Filho de um ator (Miles Anderson) e de uma talentosa agente (Lesley Duff), Anderson não escolheu essa profissão por estar no seu sangue. “A Dislexia tem uma grande parte nisso”, ele explica. “Eu sou completamente disléxico. Falar e atuar foi melhor do que escrever e ser um acadêmico. Mal sabia eu que no primeiro dia da escola de Drama eles te dão a obra completa de Shakespeare.”

Enquanto viver com pessoas naturalmente dramáticas provavelmente tenha tido efeito, Anderson diz que ele teve que encontrar seu próprio caminho nos negócios. O pai é “muito melhor com os clássicos do que eu. Então, se eu estou tento problemas com uma obra, eu pego o telefone e peço ajuda para ele. É maravilhoso.”

“127 Horas” não o assustou, ele diz. “Eu gostaria de me aventurar nesses tipos de coisa. “


segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

STILLS PROMOCIONAIS DE JOE ANDERSON EM "THE RIVER"

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domingo, 5 de fevereiro de 2012

Alguns stills promocionais de The River com Joe Anderson