quinta-feira, 29 de março de 2012

FANFIC Marcados pelo Casamento - Capítulo 27 por @izabellamb


Capítulo 27

Dois anos depois.

E finalmente, uma vida normal em familia, onde existe uma típica manhã de sexta feira. Acordei exatamente neste dia com Edward beijando meu rosto e me dizendo que estava saindo pra trabalhar.



Atrás dele, vestindo um lindo macacão verde com blusa branca por baixo, Thomas caminhava sorrindo com o cabelo loiro penteado para trás.



Bella: espero pro almoço? – ele beijava o rosto de Thomas enquanto eu tapava os olhos pela luz forte que vinha da janela da sacada aberta.



Edward: hoje não dá. – disse tristemente, quando Thomas pulou ao meu lado na cama. – mais pro jantar pode ter certeza... Amo você. – e saiu com o celular em mãos e a pasta na outra.



Ouvi a voz de Maria Eduarda na escada dando tchau a ele, e mais rápido do que tudo, fiquei de pé.



Carregando Thomas, fui até o banheiro e o coloquei sentado na pia enquanto eu escovava os dentes.



Ele me observava enquanto perseguia com o dedo uma gota de água que escorria no espelho. Assim que terminei, vi Madu aparecer na porta com a mesma roupa que Thomas usava mais na cor roxa.



Bella: oi amor. – falei enquanto ela caminhava até mim sorrindo.



Barbara: Ah, senhora... – disse a babá – Madu não para um instante! – ela riu, e apanhou Madu do meu lado, enquanto eu descia Thomas da pia. – você também, Tom! Não desgruda do pai... Desculpe, vou ficar de olho neles!



Bella: não querida... – falei calmamente, indo até meu quarto e abrindo o closet. – se você quiser pode tirar o dia de folga. Hoje não vou pra faculdade... Posso ficar com eles.



Barbara: mais senhora... – começou...



Bella: eu já disse. Pode tirar o dia de folga, hoje eu fico com os gêmeos. – sem dizer mais nada, ela saiu pela porta murmurando um com licença. Madu estava sentada no tapete fofinho rodopiando um de meus sapatos, enquanto Thomas encostado a cama assistia a TV ligada num canal de noticias.



Pra falar a verdade, os últimos dois anos passaram como nada. Voaram algo que não me agradava.



Minha Tabatta estava estudando na Inglaterra há três meses, e estava muito feliz por lá... Já era uma linda mocinha... Meus gêmeos já beiravam os três anos, andando, falando, e me enchendo de preocupações! Edward estava maravilhoso na empresa, e eu, fazendo meus três papeis de mãe, esposa e estudante de jornalismo.



Não era tão difícil, uma vez que contratei Barbara, a nova babá, pra me ajudar com os gêmeos na parte da manhã quando eu estava na escola. Não era uma menina muito falante, tinha apenas vinte e dois anos e pretendia seguir pedagogia. Enquanto fazia faculdade, cuidava dos gêmeos para ter uma noção de como seria cuidar de crianças.



Ok, até ai tudo certo... Mais há um tempo ela vivia estranha. Sempre que eu a permitia faltar, ela não queria de jeito nenhum! E isso é MESMO estranho.



Era como se ela fosse muito interessada em nós. Eu tinha que tratar melhor desse assunto com Edward.



As horas da manhã passaram enquanto eu assistia “Teletubbies” com os gêmeos. Thomas estava deitado em minha perna, enquanto Madu deitada na barriga do irmão concentrados no desenho que era exibido na grande TV. Ao meio do primeiro episódio, apanhei uma revistar e comecei a folheá-la... Tudo natural...



Eu estava sozinha com os gêmeos, na grande mansão e logo após o almoço Edward me ligou.



Bella: não amor, está tudo bem sim... – eu apanhava um chapéu para Madu na gaveta, enquanto Edward falava comigo. – estou indo levar os gêmeos pra brincar no jardim... Está uma tarde linda!



Edward: que ótimo... Sendo assim já vou embora pra aproveitar o final de tarde com vocês... Esperem-me. Ah amor, falei com a Tabatta hoje e...



Logo após me contar sobre as ótimas notas de Tabatta na escola, desligamos o telefone, pois ele estava caminho de casa... Era uma típica rotina familiar, que sempre me fazia se sentir mais completa.



No jardim, rolei com os gêmeos pelo gramado, brinquei de pega pega, joguei bola, colhei algumas flores... Madu estava mexendo na terra com os cabelos loiros espalhados no rosto, Tom fazia a grande bola azul quicar no chão e saia correndo atrás dela...



Os observei cansada, e no momento em que a bola de Tom quicou alto demais, reparei que não estávamos sozinhos agora.



Alex: olha garotão, aqui está sua bola! – o jardineiro entregou a bola azul a Tom que a apanhou e voltou a arremessá-la contra a grama. Desviei o olhar rapidamente, e notei que o olhar dele não desviava de mim. – boa tarde, Bella.



Espera... Pensei comigo mesma, antes de acenar. Eu nunca tinha permitido que nenhum empregado me tratasse pelo meu nome. Não que eu tenha nada contra, é que isso me parecia meio... Estranho.



Bella: Boa tarde, jardineiro – falei voltando a me sentar e observar meu livro da faculdade.



Um longo silêncio de formou, e eu esperava firmemente que o prosseguisse. O único que se era ouvido eram os risos de Thomas com a bola, e as pás de Madu se enfiando na terra.



Alex: seus gêmeos são lindos... - comentou – se parecem muito com você. – ele podava uns botões de rosas murchos enquanto falava. – eles têm seus olhos.



Bella: se parecem mais com o pai. – respondi rápido, e num tom meio grosseiro. Ele não pareceu gostar de minha resposta, porém, o que eu dizia era o correto.



Apesar de terem meus olhos marrons, o cabelo loiro, quase dourado era idêntico ao de Tabatta e Edward, a face de Tom era parecidíssima com a do pai, assim como Madu. Eram uma mistura de nós dois perfeita. Apesar de não serem idênticos, tinham muito um do outro...



Alex: é... O pai deles sim é um cara de sorte. – tentei fingir que não ouvia. Só virei à página do livro fazendo barulho. Eu vi que o sol começava a se por, e como se lesse meus pensamentos, o carro de Edward adentrou pelo grande portão, descendo em direção a garagem.



Tom: papai xegô? – perguntou correndo em minha direção com a bola.



Bella: chegou filhote. – falei limpando uma macha de alguma coisa na bochecha rosada.



Tom: Madu, papai xegô! – a bola foi deixada de lado, e só vi o olhar de Maria Eduarda se deslocando pra todos os cantos de jardim em busca de Edward.



Ela ficou de pé quando o viu subindo a rampa do jardim carregando o terno na mão, com as mangas da blusa erguida. Permaneci no local, pois Tom foi o primeiro a correr pelo jardim e abraçar Edward. Madu também ficou no lugar, apenas se abaixou pra pegar um girassol amarelo, e depois correu até Edward.



Madu: for amalela, papai, for! – ela estendeu a flor para Edward que a apanhou docemente, beijando a mão de Madu logo após.



Edward: é linda, filha... – falou orgulhoso.



Madu: ninda, papai. – com os gêmeos o seguindo, Edward veio até mim e me deu um longo abraço seguido por um turbilhão de beijos. Naquele momento eu tinha me desligado do mundo, sentindo apenas o amor entre nós dois que parecia não perder força nunca... E isso era o maior presente que a vida poderia me dar.



Edward: como passou o dia, mamãe? – disse sorrindo, e ajeitando minha blusa.



Bella: com muitas saudades do papai. – falei, mordendo os lábios sedutoramente. Ele abaixou a cabeça e riu.



Edward: ah, então mais tarde o papai e a mamãe vão ter uma longa conversar, que acredite, pode durar a noite toda... – os gêmeos começaram a pular ao nosso redor, e como se fossem incansáveis, puxaram Edward pra brincar também.



Ele não hesitou em aceitar.



O dia terminou com Edward e eu dando banho nos gêmeos, e colocando os dois pra dormir depois de um leve jantar.



Assim que as árduas tarefas foram concluídas, finalmente chegamos a nosso quarto cansados e mortos. Literalmente.



Edward tirava a roupa no banheiro, enquanto eu arrumava nosso pijama.



Edward: filhos são uma delicia, mais cansam até a alma. Meu Deus! – coloquei os pijamas sobre a cama, e liguei a TV. Fiquei esperando Edward sair do chuveiro, mesmo sabendo que poderíamos tomar banhos juntos...



Mais pela primeira vez a idéia de novidade se apoderou de mim, e desejei não ir logo pros finalmente e sim dar um charme a ser seguido ou... Desejado.



Ele saiu do banheiro com apenas uma toalha na cintura, e me olhou meio curioso. Levantei-me, e caminhei até o banheiro, fechando a porta.



Eu deveria saber que ele estava curioso... Eu andava misteriosa há algum tempo. Li numa revista que se você se reservar mais em relação ao seu marido, torna tudo muito mais excitante!



Ver que não possui o acesso a você e ao seu corpo no momento em que quer, e na hora em que quer é algo perfeito pra apimentar a relação e fazer o desejo crescer, é claro! Várias teorias comprovam que os homens preferem o que desconhecem, e na falta disso, o que não tem acesso.



Isso é válido e eu queria tentar!



Assim que entrei no banheiro, tomei um banho bem caprichado, passei uns olinhos meio afrodisíacos e cheirosos... Seria interessante ver Edward me pedir pra ter sexo. Ai Deus, como eu (e a escritora) sou má!



Coloquei a camisola de seda rosa escuro... Uma cor nem tão reveladora, tão pouco apagada! Que segundo especialistas... Dava fome.



Penteei o cabelo, e sai do banheiro vestida. Ele estava parado bem ao lado da porta, com os braços cruzados sobre o peito desprovido de roupas, apenas de calça de moletom, me olhando meio sorrateiro.



Bella: amor, ainda está acordado? – falei em meu tom mais inocente.



Edward: Bella, esta tudo bem? – disse me olhando dos pés a cabeça.



Bella: algo errado comigo? – só os idiotas respondem uma pergunta com outra pergunta. E só os espertos sabem que estava tudo bem, e ia ficar bem melhor.



Edward: talvez algo que você não devesse se preocupar. – caminhei até a cama, e me sentei delicadamente. Ele veio logo depois... – mudou de perfume? Esse é bom... – ele se aproximou colocando o rosto próximo a pele de meu pescoço. Arrepie ao sentir a respiração contra meu corpo.



Bella: é... Mudar é sempre bom. Sempre uma nova surpresa... – ri comigo mesma, enquanto sentia a boca dele pressionar levemente meu pescoço, e as mãos dançarem por minha perna.



Edward: eu adoro mudanças... – um leve suspiro escapou de meus lábios quando a respiração alterada por sua risada tocou meu rosto. – mais não uma coisa tão radical, porque ficar longe do seu corpo pra mim é como a morte.



Bella: mais você não tá pertinho? – ele sorriu, chegou mais perto.



Edward: não o bastante. – os lábios dele tocaram os meus gentilmente, numa forma nova e apaixonada. Novo, parecia ser a palavra certa. Era como que automático a boca dele me sugando ao mesmo tempo em que suas mãos subiam por minha perna levando junto a camisola.



Eu podia tentar mais resistir a ele será demais pra minha cabeça.



Bella: não tomei a injeção esse mês, você quer mesmo arriscar ter mais filhos? – eu já me via deitada na cama com ele por cima, quando questionei entre beijos e risos.


Edward: somos adultos, casados e nos sustentamos... Ter filhos é o nosso dever, certo? Povoar o mundo, reprodução da espécie... – ri comigo, quando vi minha camisola sendo despida de meu corpo, passando por minha cabeça;


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2 comentários:

gente um capitulo melhor q o outro
lindo gostei.....
bjksssssss....

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