O cineasta
Walter Salles e a atriz Alice Braga se reuniram com jornalistas na tarde desta
segunda-feira (2) em São Paulo para responder a questões sobre o filme "Na
estrada", que estreia no dia 13 de julho no Brasil. "É sobre experimentar cada
momento como se fosse o último", disse o diretor, sobre a história do
longa.
"Na estrada", adaptação do livro de 1957 do escritor americano Jack Kerouac, conta, além de Braga, com as boas atuações de Sam Riley, Garrett Hedlund e uma surpreendente Kristen Stewart no papel da sensual e ousada Marylou. Alice Braga vive Terry, camponesa do sul pela qual Sal Paradise (Sam Riley) se apaixona.
"Admiro o trabalho do Walter desde o início. Ele coloca seus personagens em verdadeiras jornadas, que não são só físicas. Quando ele me convidou eu quase comecei a chorar. Foi como realizar dois sonhos, poder trabalhar com ele em uma história que sempre me cativou muito", afirmou a atriz.
Salles elogiou a atuação da brasileira, mesmo com o pouco tempo no qual a atriz aparece no filme. "Ela transmitiu muito bem a questão da independêcia dessa mulher, que tinha um filho em uma sociedade dos anos 40 e que leva o personagem [Sal Paradise] para a tenda dela para fazer amor. Ela não sente culpa. Ninguém teria feito isso tão bem quanto [Alice Braga], sinceramente".
O diretor lembrou da importância do romance e do fato de se conectar com uma história que se passa nos Estados Unidos nos anos 40. "Foi um antes e depois na minha vida quando li o livro. Nunca nada tinha me falado de uma forma tão direta. Aqueles personagens tinham a mesma idade que eu tinha quando li, eram sedentos pela liberdade de todas as formas. Tudo aquilo parecia me dizer a respeito e, no entanto, era de uma cultura que não era minha", afirmou
"Na estrada", adaptação do livro de 1957 do escritor americano Jack Kerouac, conta, além de Braga, com as boas atuações de Sam Riley, Garrett Hedlund e uma surpreendente Kristen Stewart no papel da sensual e ousada Marylou. Alice Braga vive Terry, camponesa do sul pela qual Sal Paradise (Sam Riley) se apaixona.
"Admiro o trabalho do Walter desde o início. Ele coloca seus personagens em verdadeiras jornadas, que não são só físicas. Quando ele me convidou eu quase comecei a chorar. Foi como realizar dois sonhos, poder trabalhar com ele em uma história que sempre me cativou muito", afirmou a atriz.
Salles elogiou a atuação da brasileira, mesmo com o pouco tempo no qual a atriz aparece no filme. "Ela transmitiu muito bem a questão da independêcia dessa mulher, que tinha um filho em uma sociedade dos anos 40 e que leva o personagem [Sal Paradise] para a tenda dela para fazer amor. Ela não sente culpa. Ninguém teria feito isso tão bem quanto [Alice Braga], sinceramente".
O diretor lembrou da importância do romance e do fato de se conectar com uma história que se passa nos Estados Unidos nos anos 40. "Foi um antes e depois na minha vida quando li o livro. Nunca nada tinha me falado de uma forma tão direta. Aqueles personagens tinham a mesma idade que eu tinha quando li, eram sedentos pela liberdade de todas as formas. Tudo aquilo parecia me dizer a respeito e, no entanto, era de uma cultura que não era minha", afirmou
























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