segunda-feira, 16 de maio de 2011

Nova entrevista com Ashley Greene para a Next Movie


Ser uma Cullen tem as suas regalias –fama, fortuna, beleza e muita e fabulosa roupa para vestir, para começar.Mas, por vezes, um vampiro que brilha tem de esquecer a luxúria do sangue e voltar atrás no tempo. Para Ashley Greene, este é o momento.A outrora Alice assume a década de 1980 no novo indie “Skateland”, “onde desempenha Michelle, a jovem solitária num grupo de rapazes amigos. Embora seja a mais nova, acaba por ser ela a empurrá-los para aceitar a idade adulta e, no caso do seu melhor amigo (Shiloh Fernandez), a fazê-lo aceitar que ela não é apenas mais “um dos rapazes”.

Na vida real, Greene é igualmente convincente de que ela é mais do que um daqueles miúdos do “Twilight”.
--Michele é um pouco como líder que toda a gente parece seguir em “Skateland”. Também és assim?
Eu sou, definitivamente, orientada, tenho força de vontade e uma ideia geral do que quero e estou, definitivamente, disposta a ir buscá-lo. Isso foi algo que realmente me atraiu na personagem porque não é assim tão normal encontrar uma personagem feminina – especialmente rodeada por um elenco essencialmente masculino – que seja o líder, nesse sentido de que ela tem a cabeça em cima do pescoço e sabe o que quer. Ela é madura e prática.
--Alguma vez foste o tipo de rapariga que é “um dos rapazes” como Michele?
Eu era a menina rapaz. Estava sempre a ir para a rua, subia árvores e jogava à bola com o meu irmão – eu queria ser como ele. Acho que sou tipo menina-rapaz – gosto de futebol e não tenho medo de beber uma cerveja – mas também gosto de fazer as minhas manicures.
--Qual é a tua equipa de futebol preferida?
Os Florida Gators… Se alguma vez tivesse decidido ir para a faculdade, é para onde eu teria ido.
--O que terias estudado?
Eu estava mesmo interessada em direito e psicologia…Estive uma escola pública de direito, sociologia e psicologia e simplesmente adorei as minhas aulas de direito. Adorei fazer julgamentos simulados que, basicamente, é actuar. É chegar lá e fazer a cena toda com advogados e juízes. Percebi que sempre tinha adorado representar e fiz umas aulas de teatro.
Na minha cabeça, eu dizia: “Isto é o que eu preciso de fazer. É isto que eu estou a fazer”. Toda a gente dizia: “És tão corajosa por teres feito isso”, e agora, olhando para trás, percebo que sim mas penso que era um pouco ingénua e muito cabeça dura. Parti o coração dos meus pais quando lhes disse que já não queria ir para a universidade mas eles foram muito fixes com tudo isso.
Penso que se eu tivesse realmente pensado na competição e tivesse realmente pensado no medo de falhar e tudo isso, provavelmente não estaria onde estou agora.
--Neste filme, Michele gosta mesmo de música. Isso foi algo com que tiveste capacidade de te identificar?
Em geral, adoro música, todos os tipos de música. Não existe um tipo específico – um dia pode ser hard rock, no outro country e, no outro a seguir jazz ou blues – portanto, tenho apreço por música mas, de facto, não estava familiarizada com a música dos anos 80. Eu penso que um dos investimentos mais inteligentes foi os produtores e o realizador terem dado iPods ao elenco com toneladas e mais toneladas de música dos anos 80 e material que se podia relacionar com o filme. Também me deram CD’s. Sempre que estava na minha roulotte ou em casa, ouvia-os para ficar familiarizada com eles.
--Houve algo que se tenha destacado, de que tenhas realmente gostado?
The Cure e Joy Division, que eu realmente não conhecia mas agora já conheço.
--Tu és uma miúda fashion – como é que foi entrar em alguma daquela moda dos anos 80?
A moda era divertida. Realmente não tinha nada a ver comigo, porque eu sou mais de usar um vestido preto, o estilo clássico de miúda. Mas foi realmente divertido de fazer. Vi fotografias da minha mãe e foi mesmo muito divertido porque fiquei exactamente como ela. Foi estranho, o cabelo, a maquilhagem, as roupas. Apesar de tudo, entreguei-me completamente. Quando é que voltarei a ter oportunidade de sair com sombra azul, o cabelo da Farrah Fawcett, camisas néon e calções rasgados? Eu diverti-me com isso.
--Entretanto deve estrear “Butter”, uma comédia, e “Apparition”, um thriller – tão diferentes um do outro, assim como de “Skateland” e de “Twilight”. O que nos podes contar acerca deles?
O “Twilight” deu-me um fabuloso trampolim de lançamento, algo de onde saltar para fora, mas eu queria que as pessoas vissem algo mais do que a Alice Cullen. “Butter” foi a minha primeira comédia e foi extremamente desesperante. Estava muito fora do meu elemento, mas entrei nele a 100 por cento. Falei com Ty Burrell – eu acho que ele é um génio – e Jenniffer [Garner] foi super simpática. Foram todos muito abertos, muito dispostos a falar sobre qualquer coisa que estivessem a fazer. Essa foi realmente uma boa experiência e é algo de estou muito orgulhosa.
“Apparition” foi o meu primeiro filme de estúdio, que é realmente muito importante. Também estava extremamente nervosa neste. Eu acho que aquilo que me atraiu é que, às vezes, nos thrillers, as raparigas não são as mais proactivas nem as mais espertas, mas uma das grandes apostas no filme é que nós queríamos que a Kelly, a minha personagem, fosse realmente determinada, muito proactiva e muito inteligente… Quando se tem de lidar com muitos efeitos especiais, foi um domínio diferente mas, emocionalmente, estive em muitos sítios diferentes onde ainda não tinha estado. Isso é algo que estou realmente entusiasmada para que todos vejam.
--Toda a gente fala em “The Hunger Games” [Os Jogos da Fome] como a próxima grande aposta do tipo “Twilight”. Já os leste?
Eu já ouvi falar nisso, definitivamente. Estou realmente interessada em arranjada tempo para ler esses livros porque tenho muitos amigos que são grandes fãs da franquia. Estou entusiasmada para ver isso cá fora, estou entusiasmada para ver quem vai conseguir ficar no elenco porque, espero eu, isso pode potencialmente ser o “Twilight” deles.
--Achas que é justo que as pessoas já lhe chamem o próximo “Twilight” ou “Harry Potter”?
Acho que é injusto para os atores que coloquem tanta pressão neles. É entusiasmante e, esperançosamente, será mesmo. Penso que a única coisa negativa é a pressão que tem em cima e tenho a certeza que as pessoas querem que tenha a sua própria identidade e não que seja comparado com “Twilight” e “Harry Potter”, mas acho que isso apenas significa que eles têm expectativas muito elevadas.
Por @TwilightFaLutz

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