Breaking Dawn

Porque Amanhecer é Aqui!!!

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domingo, 9 de setembro de 2012

Novos Portraits do TIFF com Kristen, Garret e Walter Salles

 


Kristen Stewart @BALENCIAGA & @JuicyCouture para a sessão portrait do #TIFF2012. #OnTheRoad MTC 
 
 

Walter Salles fala sobre Kristen para The Hollywood Reporter


Kristen Stewart é uma atriz e um alvo dos tablóides. Que tipo de desafios isso apresentou?

Enquanto você está filmando em cidades em que a interferência dos paparazzis é insignificante, não tem impacto sobre o filme. E porque Kristen estava tão imersa no mundo de Marylou, tudo foi feito de uma forma onde você podia sentir a concentração no set. Era como se o mundo lá fora não existe. As cenas internas foram filmados parcialmente em Montreal, e é muito diferente do que em Nova York ou Los Angeles, onde a cultura de tablóides é tão presente. Fomos poupados desse tipo de interferência. Isso nos permitiu ir mais e mais fundo no filme.

Entrevista de Kristen e Garrett Hedlund ao Tribute Canada na Press Junket de On The Road no Canadá



Entrevista de Kristen e Garrett Hedlund para o The Star – Press Junket de Na Estrada em Toronto


[...]

Na Estrada, a adaptação de Walter Salles, do romance imprevisível da geração Beat de 1957 de Jack Kerouac, que está recebendo sua estréia norte-americana no TIFF antes do lançamento no final do ano.

[...]

E a experiência intensa de fazer Na Estrada, que teve anos de planejamento e incluiu um acampamento com leituras de escritores Beat, não podia deixar de ter um efeito transformador sobre todos os envolvidos. Esse é certamente o caso de Stewart, e também seu co-star Garrett Hedlund, que se juntou à ela para uma entrevista com The Star.

“Para dizer que este filme me abriu de certa forma, soa muito óbvio, mas é f**** isso”, diz Stewart, que leu o primeiro clássico de Kerouac com 15 anos.

“Eu não estou apenas dizendo isso. O livro teve um efeito tão grande em quem eu queria ser com 15 anos, que é um momento muito importante e formidável”.

Adiciona Hedlund: “Como você expressa o fogo do qual (Kerouac) expressou isso? Esse é o obstáculo,  e isso é realmente o que você está pensando o tempo todo. Mas no final do dia, eu sinto que eu me tornei uma pessoa muito mais forte. Os pensamentos que eu tinha que pensar, os sentimentos que eu senti… me fizeram muito mais forte”.

Na Estrada define Stewart como a dinâmica e enigmática adolescente,  Marylou, a mulher que viajou e que fez amor com ambos, o selvagem Dean Moriarty, interpretado por Hedlund, e o cerebral Sal Paradise, interpretado por Sam Riley.Para o pensamento de Stewart, a quilometragem mitificada de Moriarty e Paradise – pseudônimos na vida real dos amigos Neal Cassady e Kerouac – nunca poderia ter acontecido se não fosse por Marylou, que é baseada na primeira esposa de Cassady, Luanne Henderson, que tinha 15 anos de idade quando eles se casaram.

“Isso foi a ponte”, diz Stewart, do relacionamento de Marylou/Luanne, tanto amoroso e amigável, com Dean/Neal e Sal/Jack.

“Eu acho que houve definitivamente um traço comum que eles poderiam ter por causa dela. Eles poderiam ter encontrado através de outra coisa se ela não existisse, mas havia uma confiança que eles tinham apenas porque partilhavam dela”.

Adiciona Hedlund, 28: “Ela era como a garota entre irmãos gêmeos, que tinham quantidades opostas de paciência”.

Stewart e Hedlund sabem como o público moderno vai reagir ao sexo, drogas e jazz de Na Estrada. Isso chocou tanto as pessoas no final de 1950, que muitas vezes rasgavam a capa do livro, se eles estivessem lendo em público.

“Não é mais tão chocante usar drogas e fazer sexo promíscuo”, diz Stewart.

“Não é muito chocante ver as pessoas nuas. Eu odeio colocar desta forma, mas quando eu li o livro eu tinha 15 anos. Eu acho que estava talvez um pouco mais fascinada em me empurrar um pouco mais longe e ser um pouco rebelde, ou o que quer que você faça nessa idade. Você quer se motivar”.

Salles, o diretor brasileiro, que passou muitos anos trabalhando para conseguir os direitos de Na Estrada e também para fazer um roteiro satisfatório, diz que Marylou é uma personagem fascinante e Stewart era exatamente a mulher certa para interpretá-la. Assim que ele conheceu Stewart, depois de ver o seu desempenho no drama de Sean Penn, Na Natureza Selvagem, ele sabia que tinha encontrado sua Marylou.

“Ela conhecia Na Estrada muito bem, mas ela também entendeu Marylou de uma forma que foi muito, muito original. E eu não pensei duas vezes. Eu a convidei nesse ponto, porque eu queria alguém que pudesse entender o que motivou esse personagem, mais do que qualquer outra coisa”.

“O fato de que ela tinha a paixão e o desejo, mas também o entendimento do personagem, e o que faz ela [personagem] ser complexa, foi muito interessante”.

Salles também ficou impressionado com o quanto Hedlund já estava dentro da mente de Moriarty/Cassady, quando o jovem ator fez o primeiro teste para o papel em 2007. Hedlund tinha feito uma viagem de ônibus de três dias, partindo de Minnesota, para ver a sessão de elenco, durante o qual ele manteve um diário.

“Ele disse, ‘Você se importa se eu ler alguma coisa para você?’ E leu o que tinha escrito durante sua jornada. Era como se eu estivesse ouvindo a prosa de Neal Cassady em suas cartas. Ele estava muito sincronizado com isso”.

Hedlund diz que tudo sobre Na Estrada foi profundo.

“Eu acho que isso nos permitiu ter a capacidade de nos expressar de uma maneira muito mais livre e de forma aberta. Eu acho que antes de fazer este filme, se você me fizesse uma pergunta, eu provavelmente teria te pedido pra escrever a pergunta e eu teria sido capaz de te escrever uma resposta nos próximos dias, em vez de me expressar melhor”.

Adiciona Stewart: “Eu ainda estou nessa posição!”.

Entrevista de Kristen para The Ottawa Citizen – Press Junket de Na Estrada em Toronto


Fora de CrepúsculoNa Estrada – por Jay Stone

Eles eram jovens, selvagens e livres, e pegaram a estrada em um turbilhão de diálogos, sexo e bons tempos. Eles estavam a procura de um novo modo de vida, e eles inspiraram uma geração de jovens a procurar junto com eles.

E esses são apenas os atores. Kristen Stewart, a atriz de 22 anos, surgiu em público esta semana pela primeira vez nos últimos 2 meses. A ocasião foi a estreia norte-americana de Na Estrada, a adaptação de Walter Salles do livro de Jack Kerouac, sobre um grupo de jovens dirigindo pelas estradas da América em 1950.

Stewart interpreta Marylou, uma adolescente de espírito livre que se casa com o animadamente espirituoso e viajante – o carismático chamado Dean Moriarty, interpretado pelo ator em ascensão, Garret Hedlund – para uma vida de drogas, sexualidade aberta e a busca por um novo tipo de vida. O livro se tornou o documento definitivo da tão chamada Geração Beat, de jovens modernos do pós-guerra na América.

“Como uma menina sensível desta época, que é talvez um pouco mais convencional – ha ha – Eu meio que estava curiosa sobre como você poderia ter a força para fazer as coisas que ela fez”, Stewart disse no dia após a premiere de Na Estrada no Festival Internacional de Cinema de Toronto“E não é nada disso. Exige muita força para ser super-vulnerável. Ela era tão tão tão aberta para o mundo”.

[...]

“Se você se aproxima dele como uma conclusão do processo, existem coisas que nunca iriam ocorrer se você não tivesse perguntado”,  Stewart comentou sobre as entrevistas. “Sente-se e tenha uma conversa de 10 minutos com 15 pessoas diferentes; se você não tirar nada disso, você é um sociopata”.

Hedlund acrescentou, “No final do dia, nós dois sabemos que esse é o final da longa estrada em que estávamos”.

É uma estrada que, de alguma maneira, tem estado em curso desde que Kerouac publicou o livro em 1957, disfarçando-se (seu personagem, interpretado por Sam Riley, é chamado de Sal Paradise) e seus amigos (Dean Moriarty é na verdade Neal Cassady), se aventuravam no asfalto de mão dupla, de um simples e pouco povoado país, em busca de diversão e da verdade.

“É a expressão da juventude”, disse Hedlund. “Querer entender e ter tudo ao mesmo tempo. Vida longa e nunca morrer”.

Hedlund visitou San Francisco para passar por onde Cassady foi criado: um museu em sua memória, a livraria de “City Lights” que publicou vários poetas da Geração Beat, os restaurantes onde Kerouac, Cassady e Alan Ginsberg e o restante, frequentavam. Ele disse que estava saindo de um bar quando um vagabundo lhe pediu 20 dólares, então ele perguntou para o homem – que era um ex-jogador de futebol americano que tinha acabado de sair da prisão em San Quentin – o que a Geração Beat significou para a cidade.

“Ah, a Geração Beat está morta e enterrada agora”,  Hedlund cita o que o homem disse a ele. “Naquela época era a consciência social. Agora você tem crianças ricas de 21 ou 22 anos, dirigindo a BMW de seus pais, tentando viver essa vida, mas isso é uma farsa”.

“Não é um estilo, é um sentimento, é como você se expressa para o mundo, a sua honestidade interior e a verdade, e como você é completamente sem censura e não se importa. Isso é tudo o que você é, e se você vive desta maneira, você estaria qualificado para dizer que se assemelha com a Geração Beat”.

Hedlund leu toda a literatura, se encontrou com os membros da família de Cassady, e ele descobriu um homem que queria experimentar de tudo na vida. “As coisas foram acontecendo e ele queria estar lá. Alguém disse que as festas existem sem você estar lá, para não se preocupar com isso e descansar à noite. Mas ele não era aquilo. Ele queria estar na festa”.

Marylou, a personagem de Stewart, não é tão conhecida.

Ela era realmente uma adolescente chamada LuAnne Henderson, mas Stewart disse que deixou para trás um longo registro de pensamentos sobre aquela era.

“Eu tenho o que foi possivelmente o trabalho mais fácil,” ela disse. “Eu teria feito qualquer coisa para estar nesse filme. Eu teria interpretado (personagem secundário) Chad King. Então, foi assim que me aproximei disso. Eu amava tanto o livro, eu queria estar perto de Walter, eu queria estar por perto de pessoas interessadas nele. Eu só queria fazer qualquer coisa”.

Juntos, eles fizeram um mundo que parece mais livre, em alguns aspectos, do que a cultura de hoje: por exemplo, Dean e Marylou são mostrados fazendo parte de sexo em grupo com amigos, e nenhuma culpa é atribuída. Hedlund diz que enquanto as estradas são mais poluídas agora, com outdoors e linhas telefônicas, ainda é possível pegar a estrada.

“É um nível de ambição e de direção”, ele diz. “É uma questão de para onde você quer apontar a sua flecha. As coisas que mudaram com o tempo são as rodovias e as estradas. Não são mais tão livres. Não há muitas caronas, não nas estradas principais. Para chegar mais rápido, você tem que pegar as estradas secundárias. Há experiências maravilhosas a serem tidas. Quando você é jovem, acha que pode conseguir qualquer coisa. O mundo está ao seu alcance. E então, a realidade começa a te pegar. Mas eu acho que é sempre possível: todos querem sair da casa de seus pais, não ir pra escola e não ter toque de recolhida. Algumas pessoas não conseguem êxito. Algumas pessoas o obtêm. Algumas pessoas tem histórias maravilhosas e algumas têm contos tristes. Tudo é relativo”.

Fotos de Kristen para a Vogue UK






sexta-feira, 7 de setembro de 2012

FOTOS JULIA JONES - MERCEDES-BENZ FASHION WEEK


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CHASKE SPENCER NO CARAVAN STYLIST STUDIO DURANTE O FASHION’S NIGHT OUT AT SKY ROOM

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TRAILER DE BREAKING DAWN 2 #FINALETWILIGHTTRAILER


Teaser do Último Trailer de ‘Amanhecer – Parte 2′



Video Original:


Trailer de ‘Amanhecer Parte 2′ apresentado – LEGENDADO
[Por: RobertPattinsonBrasil]


Gifs
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Stills
    


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